Após a dramática primeira volta no Grande Prêmio da Hungria, onde Valtteri Bottas errou e atingiu vários carros, algumas pessoas se perguntaram se não seria justo que as equipes fossem ressarcidas pelos danos por aquele que os causaram. Um chefe de equipe, no entanto, discorda veementemente dessa ideia. O chefe da Haas, Guenther Steiner.
“Sei que este é um ponto sensível no momento e quando se trata de limite orçamentário, as corridas sempre são imprevisíveis e queríamos imprevisibilidade”, argumentou Steiner em sua coluna no The Race. “Vemos quando chove que as coisas se tornam imprevisíveis e isso faz parte das corridas, e as equipes não esperam que essas colisões aconteçam.”
Ele continuou: “Agora, isso representará o valor de um piloto no futuro. Um piloto que cometa poucos erros terá um valor mais alto porque haverá menos danos, e você pode usar esse dinheiro para desenvolver em vez de consertar o carro. Tudo parte do jogo.”
O chefe da Haas também vê essa regra complicando ainda mais as coisas para a FIA e para a categoria. “Se colocarmos na regra que quem atingir alguém é o culpado por ressarcir o dano, então teremos o avaliador de seguros vindo para dizer de quem foi a culpa e então, de repente, estamos empregando outras 20 pessoas para serem juízes e novos comissários, para descobrir quantos por cento é culpa de quem”, finalizou.
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