O chefe da equipe Haas, Guenther Steiner, comentou um possível ajuste no fundo antidiluição da F1, que vem a ser a taxa cobrada de uma nova equipe que queira entrar na categoria.
As equipes da F1 implementaram o valor de US$ 200 milhões, como sendo necessário a ser pago por qualquer nova equipe que queira entrar na categoria, para provar seu valor às franquias existentes, protegendo efetivamente o valor das marcas já presentes na categoria.
Esse fundo foi criticado, principalmente porque a equipe americana Andretti Autosport, está tentando entrar na F1 sob o nome Andretti Global.
Mas desde que a linha de US $ 200 milhões foi definida, os lucros da F1 aumentaram muito, como resultado do boom de popularidade da categoria.
“O fundo de diluição foi estabelecido há alguns anos, quando o valor da Fórmula 1 era um pouco diferente”, afirmou Steiner. “Uma das coisas é, devemos reajustá-lo à taxa atual de mercado, que é muito maior?”
“Esse é um processo muito difícil, mas se você for realmente honesto e olhar para isso quando assinamos o contrato em 2020, as coisas estavam indo com muito menos dinheiro do que atualmente”, disse Steiner.
A resposta de Steiner à oferta de Andretti de ingressar no grid não foi que seria bem-vinda, dada a força de cada uma das equipes existentes na F1. A categoria quer evitar os fracassos de equipes como Manor-Marussia, Caterham e HRT.
Sobre se ele permaneceu impassível em sua posição sobre a futura equipe da Andretti, Steiner respondeu: “Temos 10 equipes muito boas, todas estáveis. No geral, por que devemos mudar algo se funciona assim? No momento, estamos em um bom lugar”, finalizou.
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