O chefe da equipe McLaren, Andreas Seidl, rejeitou os pedidos do colega da Red Bull, Christian Horner, para que o limite de custo fosse revisado após sua equipe ter suportado pesadas contas de reparos nos dois últimos GPs da F1.
A Red Bull sofreu danos no valor de US$ 1,8 milhões no RB16B de Max Verstappen após o acidente de 51G do piloto holandês, depois de fazer contato com a Mercedes de Lewis Hamilton no Grande Prêmio da Inglaterra.
Depois do que aconteceu na curva 1 na Hungria, a equipe novamente enfrenta uma soma alta para reparos depois que o erro de Valtteri Bottas iniciou o caos que causou graves danos aos dois carros da Red Bull.
A McLaren também está enfrentando custos significativos, já que Lando Norris também abandonou após ser atingido por Bottas, enquanto Daniel Ricciardo foi vítima de um acidente separado causado por Lance Stroll.
Questionado se achava que o limite precisava ser revisto à luz dos acidentes recentes, Seidl respondeu: “Não, de forma alguma.”
“E eu definitivamente não irei na direção que Christian está indo, mencionando em cada segunda frase o limite de custo e o quanto você se prejudica em cada acidente na pista.”
“No final das contas, isso faz parte do jogo em que estamos. Cabe a nós gerenciarmos o orçamento da maneira certa.”
Seidl continuou: “Será um desafio ter certeza de que agora temos peças suficientes da nova especificação disponíveis para Spa (GP da Bélgica em 27-29 de agosto), mas, por outro lado, temos uma grande equipe em casa na produção e no lado da engenharia, então estou confiante de que podemos nos recuperar do que aconteceu”, acrescentou.
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