Wolff e Stroll são considerados inocentes em investigação relacionada a compra da Aston Martin

Investigações sobre o uso de informações privilegiadas que envolviam o chefe da Mercedes, Toto Wolff e o CEO da Aston Martin, Lawrence Stroll, sobre a compra da Aston Martin foram rejeitados pelos órgãos reguladores.

O jornal canadense Le Journal, informou que uma investigação sobre ‘informações privilegiadas’ foi aberta, uma vez que se buscava clareza sobre uma série de negociações, que foi seguida por um forte aumento no preço das ações da Aston Martin.

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Wolff comprou ações da empresa britânica de carros esportivos no ano passado, através de um amigo próximo, Stroll. Enquanto isso, a Daimler, empresa-mãe da Mercedes, também possui uma pequena participação na empresa, e sinalizou recentemente que aumentaria sua parte para 20%. A notícia veio na mesma época em que Tobias Moers foi nomeado presidente-executivo, e que antes havia sido chefe da Mercedes AMG.

A Mercedes disse que Wolff não tinha conhecimento de seus planos na época, e que: “Todas as informações relevantes foram passadas às autoridades financeiras do Reino Unido no momento apropriado”.

Desde abril do ano passado, as ações da Aston Martin subiram acentuadamente, quase dobrando para £ 19,62, levando a uma avaliação da empresa, em £ 2,2 bilhões.

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No entanto, essas suspeitas de negociações com informações privilegiadas eram infundadas de acordo com dois grandes reguladores financeiros, conforme informado pelo Financial Times.

“Alguns órgãos reguladores financeiros investigaram suspeitas de informações privilegiadas nas ações da Daimler e da Aston Martin, incluindo a compra de uma participação na montadora de carros de luxo do Reino Unido por Toto Wolff, chefe da Mercedes na Fórmula 1.”

“O BaFin, órgão governamental alemão regulador do mercado financeiro, disse que analisou a negociação na Daimler e também passou informações para a Autoridade de Conduta Financeira do Reino Unido, a respeito da negociação de ações da Aston Martin. O BaFin disse que não encontrou evidências para prosseguir com a investigação e com isso tanto Wolff quanto Stroll foram considerados inocentes das acusações”, encerrou o Financial Times.

Wolff também é um importante acionista da equipe Mercedes F1, possuindo um terço da empresa, ao lado da Daimler, e do bilionário britânico, Sir Jim Ratcliffe.

 

 

 

 

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