Um novo acordo foi fechado sobre o teto orçamentário da Fórmula 1, devido ao aumento dos níveis de inflação, embora nem todas as equipes fossem a favor da mudança.
O teto orçamentário foi introduzido no ano passado e fixado em US$ 145 milhões, com várias exceções, incluindo os salários dos principais funcionários e pilotos das equipes. Ele caiu para US$ 140 milhões este ano, conforme planejado, no entanto, um forte aumento na inflação desde o início da temporada, deixou várias equipes preocupadas que não conseguiriam evitar exceder o limite de gastos.
Mas com outras equipes que gastam menos confiantes em atingir o limite, chegar a um acordo sobre a redução do limite se mostrou uma tarefa difícil.
Uma reunião da Comissão de F1 aconteceu hoje, antes do início do TL1 na Áustria, envolvendo a FIA, a administração da Fórmula 1, e representantes das dez equipes. A FIA e a FOM emitiram um anúncio conjunto depois, afirmando que um acordo finalmente foi alcançado.
“As taxas de inflação rapidamente crescentes desde o final de 2021, afetaram as equipes da Fórmula 1, e é opinião da FIA e da F1 que isso cria um risco de descumprimento do Regulamento Financeiro, se ações não forem tomadas”, informa o comunicado.
Embora os regulamentos já permitam um aumento de gastos de até 3% em linha com a inflação, um aumento adicional de 3,1% foi acordado. No entanto, uma equipe se opôs à mudança.
“Após consulta ao Comitê Consultivo Financeiro nas últimas semanas, a FIA trouxe uma proposta à Comissão que foi aprovada pela maioria necessária com o apoio da FIA, Fórmula 1 e nove das equipes.”
“Essa proposta reconhece o aumento inesperado dos custos incorridos pelas equipes em 2022, permitindo a indexação a uma taxa limitada de 3,1% (que leva em consideração o limite original de inflação de 3% já estabelecido no regulamento), e permitindo a composição dessa taxa a partir de 2023. Isso preservará a integridade de longo prazo do Regulamento Financeiro”, encerra o comunicado.
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