A Red Bull parece ter problemas com sua asa traseira. Os mecânicos trabalham regularmente na asa do RB16B de Max Verstappen, que sofre com vibrações em alta velocidade. Durante o Grande Prêmio do Catar de Fórmula 1, isso foi novamente um problema.
Em um vídeo para o ‘Auto, Motor und Sport’, Michael Schmidt falou sobre as últimas notícias do paddock da F1. Segundo os engenheiros, as grandes diferenças entre a Red Bull e a Mercedes provavelmente têm a ver com a configuração do carro. De acordo com Schmidt, a Red Bull precisa focar mais em si mesma do que na Mercedes quando o assunto é a asa traseira.
No Catar, a Red Bull teve que mudar para a asa traseira de Mônaco no último minuto antes de se classificar devido aos problemas com o DRS. A asa de Mônaco, portanto, não foi testada, o que logicamente significa que o equilíbrio não estava certo. De acordo com Schmidt, a Red Bull foi forçada a trocar porque a Mercedes pode ter ameaçado protestar contra sua asa traseira após a qualificação. Por algum motivo, a equipe não consegue resolver esse problema.
Segundo Schmidt, a Red Bull terá que dar tudo para ser competitiva em Abu Dhabi e ter um carro que possa lutar com a Mercedes na pista. Testar uma nova asa traseira a esta altura da temporada não faz mais sentido, pois a Red Bull tem medo de que ela falhe no teste. Finalmente, Schmidt diz que a Honda pode ser capaz de fornecer mais potência do motor para as corridas finais, mas Toto Wolff parece ser da opinião que a Red Bull já usou mais potência no Qatar.
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