Depois de pilotar motores Mercedes ao longo de sua carreira na F1, Valtteri Bottas pilota um motor Ferrari pela primeira vez em 2022. Para The Race, ele conta as diferenças que percebe.
Em 2013, Bottas fez sua estreia na F1 pela Williams. O talentoso piloto, competiu pela equipe por quatro anos e usava motor Mercedes. Quando Nico Rosberg deixou o time alemão no final de 2016, o finlandês teve a chance de dar um passo à frente. Depois de nove anos com uma Mercedes na traseira de seu carro, Bottas ouvirá o som de um motor Ferrari de seu cockpit por conta de sua mudança para a Alfa Romeo este ano.
“Parece que com a unidade de potência da Ferrari, mais coisas são feitas manualmente pelo piloto do que na Mercedes [onde] havia muito mais modos automáticos, como atacar ou defender”, Valtteri traça sua primeira comparação entre a potência elétrica dos motores. Ele não se importa de fazer essas coisas por conta própria, disse que até gosta de poder fazê-las.
A Ferrari ficou bem atrás em relação a desenvolvimento de motores depois de 2019 em comparação com Mercedes e Honda. Em 2022, no entanto, a equipe italiana parece ter dado um grande passo neste sentido. “Não há diferença honestamente. Então isso significa que eles fizeram progresso em relação ao ano passado.”
De acordo com o dez vezes vencedor de corrida, a maior vantagem do motor Ferrari é a sua “dirigibilidade”. Bottas conta que ele tem muito mais opções em curvas para escolher marchas diferentes e vê isso como uma grande vantagem sobre a Mercedes, motor que ele pilotou por nove anos.
