Na fábrica da Mercedes, a equipe está trabalhando duro para encontrar soluções para os problemas com o W13. No GP da Arábia Saudita, George Russell chegou ao P5, enquanto Lewis Hamilton conseguiu apenas um ponto.
A diferença para a Ferrari e a Red Bull parecia ser ainda maior em Jeddah do que no Bahrein, onde Hamilton conseguiu um pódio há duas semanas. No novo episódio do F1 Race Debrief, o engenheiro Andrew Shovlin explica que a diferença para o pelotão do meio permite que a equipe experimente com W13.
“Temos muito o que encontrar tanto na classificação quanto para a corrida, se quisermos desafiar a Ferrari e a Red Bull. No entanto, atrás de nós, parece que temos uma margem para esse pelotão do meio. O que nos dá espaço de respiro para podermos experimentar nos finais de semana, para tentar trazer soluções para elevar o nível de desempenho do carro”, disse Shovlin no vídeo.
Contudo, para Hamilton a experimentação saiu pela culatra no último fim de semana, quando ele não conseguiu avançar do Q1 com uma má configuração. O problema ainda não foi resolvido, já que a Mercedes ficou “saltando” pela pista em Jeddah. Por enquanto, a equipe tentará limitar os danos.
“Todo mundo está trabalhando muito duro para tentar entender o problema e trazer soluções, e faremos isso em forma de fases nas próximas corridas. Na pista, faremos o máximo que pudermos para minimizar os danos, e marcar o máximo de ponto possível. O maior objetivo disso, é tentar voltar a um nível que possamos disputar as poles e as vitórias”, acrescentou o engenheiro da Mercedes.
