Mercedes F1 muito ansiosa para colocar novo carro na pista

O chefe da unidade de potência da Mercedes, Hywel Thomas, afirmou que a equipe agora está muito ansiosa para colocar o novo W13 na pista para a nova temporada da Fórmula 1.

A Mercedes vai apresentar seu carro para 2022 em 18 de fevereiro, apenas cinco dias antes do início dos testes de pré-temporada em Barcelona.

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Com certeza a mudança para os novos regulamentos aerodinâmicos foi muito importante, mas a Mercedes enfrentou desafios adicionais no lado da unidade de potência, com a introdução de um novo combustível para um sistema que será congelado na nova temporada.

Isso significa que o carro que a equipe vai levar para o Circuito da Catalunha, terá sofrido uma das transformações mais drásticas de uma temporada para outra na história da F1.

Com esse fato, uma grande ansiedade foi criada para ver se o novo carro corresponde na pista, ao desempenho visto nos simuladores, principalmente porque o W13 reagirá de maneira diferente às máquinas recentes.

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“O carro de 2022 é muito, muito diferente”, comentou Thomas em um vídeo da equipe. “Sabemos que a aerodinâmica é diferente, e de todas as coisas que nos disseram de todo o trabalho que fizemos aqui com a equipe em Brackley, acreditamos que o carro fará coisas um pouco diferentes e os pedidos dos pilotos serão diferentes à medida que percorrem as curvas do que eram nos anos anteriores.”

“Temos simulações, fizemos todos os nossos cálculos, modificamos o motor e a forma como o motor funciona para estarmos prontos, e seremos capazes de reagir quando o piloto reagir, talvez de uma maneira um pouco diferente, talvez em um momento um pouco diferente”, disse ele.

“É claro que estamos absolutamente desesperados para chegar ao primeiro teste de pista para ver se essas simulações estão corretas. Esperamos que sim, caso contrário estaremos prontos para ajustar a unidade de potência conforme necessário, para garantir que o piloto receba exatamente o que deseja quando solicitar.”

Além das unidades de potência estarem congeladas antes da temporada por um período esperado de quatro anos, antes da chegada de um novo motor em 2026, os sistemas elétricos também serão congelados no meio do próximo ano.

Isso naturalmente apresentou dificuldades consideráveis para Thomas e sua equipe, com as únicas alterações permitidas no futuro serem por razões de confiabilidade.

“Com o novo combustível e o congelamento do desenvolvimento ao longo da temporada, e todo o carro novo, toda a nova aerodinâmica, e encaixar o motor nele, há um grande desafio para todos os envolvidos, especialmente a equipe no HPP”, acrescentou Thomaz. “Claro, essa equipe está super empolgada por ter esses desafios e estamos realmente ansiosos pelo início da temporada”, finalizou.

 

 

 

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