Mercedes F1 confirma que Hamilton vai correr no Canadá

A equipe Mercedes confirmou que Lewis Hamilton vai participar do GP do Canadá, apesar de ainda sofrer com dores nas costas.

No GP do Azerbaijão, o carro W13 da Mercedes estava ‘quicando’ bem mais do que anteriormente nas retas, e de maneira mais intensa.

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Isso levou Hamilton e seu companheiro de equipe George Russell a reclamarem de dores nas costas depois da corrida, com Hamilton afirmando após o GP que foi a corrida mais dolorida que ele enfrentou em sua carreira.

O chefe de equipe da Mercedes, Toto Wolff, afirmou que não tinha certeza se Hamilton estaria apto para correr em Montreal nesse próximo final de semana.

No entanto, atualizando as informações, o diretor de estratégia da Mercedes, James Vowles confirmou que Hamilton vai participar da corrida no Canadá.

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“Tenho o prazer de informar que Lewis está aqui esta manhã, passei algumas horas com ele e ele está bem, ele estará de volta ao carro em Montreal”, disse ele. Ele é um atleta de elite que vai ultrapassar os limites da resistência dele e do carro, e é isso que os pilotos de Fórmula 1 fazem, é isso que os torna excepcionais.”

“Embora tenhamos levado nosso pacote e nossos pilotos a um nível extremo, levando-os ao um desconforto significativo, simplesmente não podemos fazer isso novamente. O problema do ‘porpoising’, é causado principalmente pelo efeito-solo e como temos que configurar isso para gerar mais downforce.”

“Nossos pilotos não são os únicos que sofrem com o ‘porpoising’, você pode ver na mídia vários comentários de outros pilotos que estão igualmente com desconforto e dor. Temos a responsabilidade agora, de garantir que isso não continue”, acrescentou.

Vowles continuou: “Estou confiante de que demos um passo à frente em termos do ‘porpoising’, mas claramente ainda temos saltos, e do lado de fora parece quase idêntico, mas há uma diferença sutil agora”.

“O que está acontecendo agora é que o carro está mais baixo, como resultado da correção do primeiro problema, mas agora batendo no asfalto com bastante força e isso está criando os saltos”, disse ele.

“Acho que está claro que temos um longo caminho pela frente para aprender tudo o que precisamos, mas talvez o mais importante, seja continuar seguindo em frente”, concluiu.

 

 

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