O Grande Prêmio da Itália foi marcado pelo acidente entre Lewis Hamilton e Max Verstappen, que não pareceu sério no início, considerando a baixa velocidade na chicane onde ocorreu. No entanto, as coisas quase deram muito errado, quando o carro do holandês passou por cima da Mercedes e Hamilton chegou a ser atingido na cabeça pela roda traseira do RB16B, ainda que de maneira não muito forte, graças ao Halo.
Quando a FIA anunciou que o Halo se tornaria obrigatório nos carros da F1, a peça não teve muitos apoiadores. No entanto, é difícil imaginar a F1 sem ele. Além de uma ótima telemetria visual durante uma corrida, o Halo já evitou muitos danos à vários pilotos.
Mesmo Helmut Marko, que era contra a introdução do Halo, mudou de opinião. Em declarações ao jornal austríaco, Österreich, o conselheiro da Red Bull disse: “Eu era bastante cético quando foi apresentado. Depois, tenho que admitir que o Halo contribuiu decisivamente para tornar as consequências dos acidentes menos graves. Isso já ficou evidente no acidente de Grosjean no ano passado.”
Até o momento, o Halo já provou seu valor em vários acidentes. Além do mais recente entre Verstappen e Hamilton em Monza, e do acidente com Grosjean a que Marko se referiu, Charles Leclerc também se saiu bem em 2018 quando teve a roda do carro de Fernando Alonso em seu capacete em Spa. Marcus Ericsson, agora correndo na Indy, também foi salvo pelo Halo em 2018, quando ainda estava na F1, e durante um treino livre em Monza seu DRS não fechou e ele foi direto para uma curva a 300 Km/h, batendo muito forte na barreira de proteção.
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