A adição do Grande Prêmio do Qatar ao calendário da Fórmula 1, dará para a categoria um grande impulso financeiro. O circuito de Losail assinou um contrato de dez anos com a F1 começando em 2023. Isso não inclui a próxima corrida em novembro.
Isso significa que este ano, mais um GP será realizado no Oriente Médio, mas nem todos estão felizes com isso. No Bahrein, em 2015, Bernie Ecclestone ainda criticava a sugestão de uma corrida no Qatar: “Acho que temos corridas suficientes aqui”, foi seu comentário na época.
Nesse ínterim, no entanto, Ecclestone não está mais no controle da categoria e a Liberty Media quer continuar a expandir o calendário. Eles também acolhem com satisfação a injeção financeira que as corridas no Oriente Médio trazem, especialmente depois dos números decepcionantes causados pelo coronavírus.
Os proprietários também querem atingir novos públicos, como explicou o ex-CEO Chase Carey quando a Arábia Saudita foi adicionada ao calendário. “A região é extremamente importante para nós e 70% da Arábia Saudita tem menos de 30 anos. Gostaríamos de alcançar novos fãs em potencial”, dizia seu comunicado naquele momento.
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