Honda acredita que concorrentes minimizam impacto do novo combustível da F1

A Honda acredita que outros fabricantes de Fórmula 1 estão deliberadamente minimizando o quão difícil será para eles, recuperar a potência perdida ao mudar para um combustível mais sustentável.

Como parte da revisão das regras para 2022, a Fórmula 1 está exigindo que todos os carros usem combustível E10. Esperava-se que isso resultasse em uma diminuição na potência, mas alguns fabricantes afirmam já ter recuperado essa perda.

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No entanto, o chefe da Honda, Yasuaki Asagi, que anteriormente liderou o desenvolvimento da unidade de potência japonesa e também continua envolvido no novo projeto com a Red Bull, está cético sobre isso. Em conversa com o Motorsport.com, ele não revelou quanta potência será perdida em 2022 devido à mudança.

Porém, ele nega que a diferença possa ser compensada da noite para o dia, como afirmam alguns fabricantes. De acordo com Asagi, mudar para um novo combustível não foi um desafio fácil. O maior desafio, segundo ele, está na reação ao maior percentual de etanol.

A arquitetura do motor já estava definida com o motor de 2021, então mudanças tiveram que ser feitas para tirar o máximo possível do combustível E10. A potência e a energia que podem ser extraídas do novo combustível seriam reduzidas em comparação com o combustível antigo. Segundo Asagi, isso é simplesmente uma característica do combustível com maior percentual de etanol, então essa desvantagem não pode ser facilmente corrigida.

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