Hamilton apoia mais GPs de F1 nos EUA, mas pede o retorno da África do Sul

Lewis Hamilton pediu que a F1 retorne à África do Sul, enquanto os rumores de uma terceira corrida dos EUA entrando no calendário, aumentaram antes do GP dos Estados Unidos neste fim de semana.

Miami sediará sua primeira corrida em maio do próximo ano, para se somar ao evento atual no Circuito das Américas (COTA) em Austin, Texas, que está no calendário desde 2012.

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O CEO da F1, Stefano Domenicali, afirmou em setembro, já ter conversado sobre o retorno de Kyalami na África do Sul, antes que ‘boas notícias’ sejam anunciadas.

Rumores começaram a surgir sobre uma terceira corrida americana, devido ao aumento do interesse pela categoria, com Las Vegas sendo apontada como um possível local.

Questionado se havia algum país não envolvido na F1 que ele acreditava que deveria estar, Hamilton respondeu: “O lugar que eu realmente sinto, no meu coração, que é o mais importante para mim, é fazer novamente uma corrida na África do Sul. Acho que há muitos fãs por lá e seria ótimo destacar como a pátria é linda.”

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O heptacampeão também reconheceu a importância de ter vários eventos americanos e acrescentou: “O Grande Prêmio dos Estados Unidos é fantástico.”

“É um país muito grande, e ter apenas uma corrida aqui com certeza não é suficiente para realmente explorar a cultura esportiva, e realmente envolver os fãs e levá-los em uma jornada conosco, acho que definitivamente precisamos de duas.”

“Mas há muitas cidades ótimas para ter um GP. Eles vão ter um em Miami, vai ser incrível, assim como Austin. Não sei onde poderia ser o próximo. Acho que é muito legal, ter esse tipo de ‘minicampeonato’ em cada continente, não é uma coisa ruim para a categoria”, disse ele.

Hamilton venceu o primeiro GP dos Estados Unidos, quando a corrida foi realizada no Indianapolis Motor Speedway em 2007, antes do local sair do calendário no final do ano seguinte.

Com um hiato da programação para os EUA, até o COTA dar as boas-vindas à F1 em 2012, a popularidade da categoria pareceu diminuir.

A série ‘Drive to Survive’ da Netflix, no entanto, ajudou a impulsionar o público nos Estados Unidos e Hamilton comentou: “Acho que já sabíamos desde o início que havia um enorme potencial aqui.”

“Minha primeira corrida nos EUA foi em 2007. Mas eu já fui a uma corrida da Nascar vendo como é, e a um jogo da NFL, um jogo da NBA, você vê que eles são loucos por esportes aqui e nunca há bastante esportes, eles sempre querem mais.”

“O progresso que vi ao longo desses anos foi enorme. Claro, nos últimos anos, foi a subida mais acentuada e mais e mais pessoas falando sobre isso, mais e mais pessoas se engajando com a F1.”

“A quantidade de e-mails e mensagens que tenho recebido de pessoas que conheci nos Estados Unidos, agora estão viciadas e mal podem esperar para vir na corrida. Acho que muitos deles virão neste final de semana, então acho que isso é muito bom. É uma coisa boa e é ótimo ver a resposta”, acrescentou.

 

 

 

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