O chefe da Haas, Guenther Steiner, acredita que a equipe inicialmente subestimou o potencial do mercado americano, quando entrou na Fórmula 1.
A Haas entrou na F1 em 2016 como a única equipe americana na categoria. A Fórmula 1 cresceu em popularidade nos Estados Unidos nos últimos anos, com o GP do último fim de semana em Austin apresentando lotação máxima.
Embora empresas sediadas nos Estados Unidos tenham se envolvido com equipes de Fórmula 1, a Haas não esteve na vanguarda desse envolvimento. Ela assinou uma parceria fracassada com a britânica, Rich Energy em 2019, e acabou se distanciando ainda mais dos EUA, quando em 2021 iniciou um acordo de vários anos com a empresa russa, Uralkali, controlada pelo pai de Nikita Mazepin.
“Acho que negligenciamos esse elemento americano no começo quando entramos, porque a Fórmula 1 cresceu muito rapidamente nos últimos dois anos, eu diria”, afirmou Steiner.
“Quando começamos na F1, esse envolvimento era bem menor e agora parece que cresceu muito. Por que não previmos isso?”
“Eu não tinha uma bola de cristal me avisando, mas obviamente precisamos colocar mais ênfase nisso para atrair patrocinadores, para nos envolvermos mais com as pessoas dos EUA”, disse ele.
A Fórmula 1 adicionará uma segunda corrida nos Estados Unidos, em Miami, a partir de maio próximo, enquanto as discussões estão em andamento sobre um potencial terceiro evento.
“Temos agora que nos concentrar um pouco mais nos Estados Unidos e fazer um trabalho melhor do que antes”, disse Steiner. “Eu não diria que fizemos um trabalho ruim, foi apenas que o mercado não estava lá e agora há um mercado, há uma grande demanda para a Fórmula 1, então, esperançosamente, podemos conseguir um pouco mais com isso”, acrescentou.
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