O chefe da equipe Haas, Guenter Steiner, afirmou que sua equipe poderá continuar na F1 sem o dinheiro fornecido pela Uralkali, caso os laços de patrocínio sejam realmente cortados.
A parceria com o produtor e exportador de fertilizantes, de propriedade do oligarca russo Dmitry Mazepin, foi lançada em incerteza junto com o futuro do filho Nikita na F1, como resultado da invasão russa na Ucrânia, condenada globalmente.
Já no último dia dos testes de pré-temporada em Barcelona, a Haas removeu os logotipos da Uralkali e as listras russas vermelhas e azuis do VF-22. A pintura certamente vai mudar devido às instruções da FIA, após uma reunião extraordinária do Conselho Mundial de Automobilismo.
Essa questão de patrocínio é a segunda a atingir a Haas em seu curto tempo na F1, uma vez que teve grandes dificuldades financeiras após a confusão da Rich Energy em 2019.
Falando depois que a equipe mudou para uma pintura totalmente branca no último dia dos testes, Steiner disse: “Tivemos que tomar essa decisão. Temos mais parceiros agora também. Esta foi a decisão certa a tomar.”
“Não há nenhum contratempo para o lado competitivo da equipe por causa disso, nenhum. Só precisamos passar pelas questões comerciais. Isso só aumenta a lista de tarefas, nada mais”, disse ele.
Questionado sobre quanta dor de cabeça um possível golpe financeiro causaria, Steiner respondeu: “É uma dor de cabeça porque é trabalho, mas não é algo que perturbe a equipe do lado da competição e financeiramente, estamos bem.”
“Não tem impacto na equipe, como estamos executando, como estamos indo, como planejamos a temporada. Há mais maneiras de obter o financiamento, então não há problema com isso”, finalizou.
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