Ambas as Mercedes não conseguiram chegar ao Q3 pela primeira vez em 10 anos. Isso incluiu o britânico George Russell, que saiu ainda no Q2 que foi fortemente afetado pela chuva e por uma bandeira vermelha que o impediu de continuar no final da sessão.
Assim como o seu companheiro de equipe, Russell está ciente de todos os problemas que enfrentam são de um time como um todo. “Lutamos um pouco para colocar a temperatura nos pneus, e sempre parecemos dar um salto maior na segunda volta, como vimos na Austrália em comparação com a Alpine e a McLaren que conseguiam logo na primeira volta.” O ex-piloto da Williams acha que estaria seguro para o Q3, já que conseguiu completar uma segunda volta.
George não acredita que “há voltas suficientes com degradação, que é a nossa vantagem sobre as outras equipes”, que pode ter um fim de semana complicado antes mesmo de ver as luzes se apagarem na tarde de domingo. Embora o britânico, otimista, revele que “há uma chance de recuperação amanhã.”
