Ferrari explica escolha inspirada na Red Bull: “Velocidade máxima mais alta”

Charles Leclerc usou uma nova asa traseira no Canadá com menos pressão aerodinâmica do que a do seu companheiro de equipe, Carlos Sainz. Isso foi em parte para dar ao monegasco uma vantagem ao ultrapassar, saindo da última fila do grid. Mas de acordo com o Formula1.com, a equipe planeja usar a peça como padrão na tentativa de igualar as altas velocidades máximas da Red Bull.

Em primeiro lugar, é intenção da Ferrari usar a nova asa traseira como padrão. A asa com a qual Leclerc pilotou é um forte contraste com a asa de extrema baixa pressão aerodinâmica usada em Baku, e na verdade é uma versão de baixa pressão aerodinâmica da asa padrão da Ferrari.

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Em Montreal, a equipe tinha apenas um exemplar da nova asa à sua disposição, mas se tivesse mais, Sainz poderia tê-la usado também. A nova asa está pronta para ganhar velocidade máxima, uma área em que a equipe até agora perdeu para a Red Bull. Para conseguir isso, alguma pressão aerodinâmica deve ser sacrificada, mas se a Ferrari espera ganhar mais tempo de volta com a redução do arrasto que perde com a redução do downforce.

O engenheiro da Ferrari, Claudio Albertini, explica que o design foi inspirado na eficiência aerodinâmica vista no RB18. “É verdade que às vezes você percebe quando vê um rival, onde pode melhorar e pode ver que [com] velocidade máxima, havia espaço para melhorar”, observou ele.

De acordo com Albertini, a nova asa fornece ao F1-75 um nível médio de pressão aerodinâmica, semelhante à configuração na Austrália e Miami. Ao mesmo tempo, a peça deve ser mais eficiente aerodinamicamente, para ter menor arrasto e atingir uma velocidade máxima mais alta.