Max Verstappen chega ao GP da Itália de Fórmula 1 após um final de semana decepcionante em Zandvoort, mas admite que ainda não sabe o quanto a Red Bull Racing poderá ser competitiva em Monza. O holandês afirma que a equipe precisa encontrar mais desempenho e corrigir o equilíbrio do carro.
Depois de abandonar sua corrida em casa logo na primeira volta, depois de rodar sozinho e bater forte na barreira de proteção, Verstappen destacou que o momento serviu como uma oportunidade de encerrar sua participação no circuito diante dos torcedores. Agora, após um período de recuperação, o piloto espera que a Red Bull consiga se aproximar do ritmo dos adversários.
“É difícil prever o quão competitivos seremos. Há algumas coisas que precisamos trabalhar para ficar um pouco mais próximos do ritmo e garantir que o equilíbrio do carro esteja correto”, afirmou Verstappen.
Apesar das dúvidas sobre o desempenho, o tetracampeão mantém uma relação especial com o circuito italiano: “Monza é uma das minhas pistas favoritas e gosto do fato de ser um circuito antigo e rápido. Sempre gosto de vir aqui e ver os fãs apaixonados”, acrescentou.

Liam Lawson, por sua vez, chega a Monza com uma referência maior sobre o comportamento do carro após sua primeira participação com a equipe este ano, substituindo o ainda lesionado, Isack Hadjar no GP da Holanda. O neozelandês vai substituir novamente Hadjar e afirmou estar satisfeito por ter mais um fim de semana com a equipe.
“Zandvoort me deu uma primeira referência muito útil no carro, e ter um fim de semana completo com formato Sprint, significa que chego a Monza com uma compreensão muito melhor do carro e do que preciso dele. É uma pista completamente diferente e haverá novos desafios, mas estou ansioso para continuar o trabalho do último fim de semana com a equipe e ver o que podemos fazer”, completou.
