A F1 tornou a vacinação contra a Covid-19 obrigatória para todo o pessoal que trabalha no paddock este ano.
Nos últimos dois anos, a F1 trabalhou dentro de uma bolha em uma tentativa bem-sucedida de se mover com segurança pelo mundo, e manter a categoria funcionando.
Sergio Perez, Lance Stroll, Lewis Hamilton e Kimi Raikkonen perderam corridas desde o início da pandemia, devido à infecção pelo coronavírus.
Lando Norris, Pierre Gasly, Nikita Mazepin e Charles Leclerc (duas vezes), testaram positivo durante os períodos de férias.
A decisão sobre a obrigatoriedade da vacina, foi tomada durante uma reunião do Conselho Mundial de Automobilismo da FIA em dezembro, com um porta-voz da F1 confirmando: “A F1 exigirá que todo o pessoal que viaje com a categoria seja totalmente vacinado e não aceitará isenções.”
Ficou entendido, que ‘totalmente vacinado’ inclui a dose de reforço, além das duas doses iniciais, já que isso é um requisito para entrada em vários países.
Essa decisão abrange todo o pessoal que trabalha dentro do paddock e também convidados das equipes.
Isso pode ser um problema para o piloto do carro médico da F1, Alan van der Merwe, que perdeu corridas no Catar, Arábia Saudita e Abu Dhabi, devido à sua opção de não se vacinar no ano passado.
Ao tomar essa decisão antes da temporada, a F1 espera evitar cenas semelhantes às do torneio de tênis Aberto da Austrália, onde Novak Djokovic foi detido e depois deportado.
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