Andrea Stella reconheceu o peso de conduzir uma equipe com a história da McLaren na Fórmula 1. O chefe do time britânico, destacou o orgulho e a responsabilidade envolvidos em preservar esse legado enquanto a equipe busca continuar evoluindo.
No GP de Mônaco de 2026, a McLaren completou dois marcos importantes, celebrando sessenta anos de sua estreia na F1 e sua 1.000ª participação em um GP da categoria. A equipe se tornou apenas a segunda da história a alcançar a marca, depois da Ferrari, justamente no local onde Bruce McLaren disputou sua primeira prova de campeonato mundial, em 1966.
Desde que assumiu o comando no início de 2023, Stella participou diretamente da transformação da McLaren. A equipe deixou as últimas posições do grid para se tornar candidata constante ao pódio, e em 2024, conquistou seu primeiro campeonato de construtores em vinte e seis anos.

O crescimento continuou em 2025, quando a McLaren garantiu novamente o título de construtores e Lando Norris conquistou seu primeiro campeonato de pilotos. Sob o comando de Stella, a equipe chegou a esta temporada com cinte e uma vitórias em GPs e vinte e duas poles, reforçando a dimensão da mudança alcançada nos últimos anos.
Questionado sobre a responsabilidade de cuidar do legado da McLaren, Stella reconheceu a importância da função: “É certamente uma responsabilidade significativa, acompanhada por um sentimento de orgulho, que tenho certeza de que é compartilhado por todos os meus companheiros na equipe”, afirmou.
O italiano também destacou que liderar a McLaren, representa um privilégio pela importância da equipe na história da categoria e pela maneira como ela encara o futuro: “Há fome por vitórias, há energia, há talento. Existe o desejo de escrever novos capítulos que estejam à altura da tradição que carregamos sobre nossos ombros, e fazer isso no verdadeiro estilo McLaren”, completou.
