F1: Sainz demonstra preocupação com qualidade do ar em Singapura

Carlos Sainz demonstrou preocupação com a qualidade do ar em Singapura, antes do início do final de semana da Fórmula 1. A fumaça provocada por incêndios na Indonésia elevou os níveis de poluição na cidade-estado para uma faixa considerada insalubre.

Segundo a Agência Nacional do Meio Ambiente de Singapura, as medições do Índice de Padrões de Poluentes em 24 horas, ultrapassaram o nível considerado saudável nas cinco regiões da ilha. Os registros oscilaram, em geral, entre 101 e 160, enquanto valores acima de 200 são classificados como muito insalubres e acima de 300 entram na categoria perigosa.

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A fumaça chegou à região a partir de áreas afetadas por incêndios agrícolas e florestais em Sumatra e Kalimantan, sendo transportada pelos ventos predominantes. Em partes do oeste e do centro de Singapura, as concentrações horárias de partículas PM2.5 chegaram a 150 microgramas por metro cúbico, com alguns picos acima desse nível.

Carlos Sainz (ESP) Williams F1 Team FW48.
Foto: XPB Images

Mesmo com essa situação, não há expectativa de interrupção das atividades na pista. Sainz afirmou que acompanha o problema e reconheceu que as condições não parecem ideais para atividades ao ar livre: “Não parece ser o lugar mais saudável para respirar agora, dada a quantidade de poluição proveniente dos incêndios na Indonésia”, disse o piloto da Williams.

Ao ser informado de que a orientação oficial era limitar atividades ao ar livre, Sainz destacou que os pilotos precisam seguir as determinações das autoridades: “É um esporte engraçado, de qualquer maneira. Quando estamos correndo, respiramos a queima de combustível do carro à nossa frente. Fazemos isso desde os onze ou doze anos”, acrescentou.

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O espanhol, porém, diferenciou a situação da fumaça dos carros, daquela provocada pela névoa de poluição: “A névoa é outra questão, obviamente, mas precisamos seguir o que as autoridades dizem”, completou.