George Russell afirmou que descobrir que suas recentes dificuldades na Fórmula 1 não eram culpa de sua pilotagem trouxe um “peso enorme” tirado de suas costas. O problema, identificado pela Mercedes antes do GP da Hungria, estava na unidade de potência da equipe.
Nos GPs da Inglaterra e da Bélgica, Russell enfrentou dificuldades de velocidade em reta, inicialmente atribuídas ao seu estilo de pilotagem. Por isso, o britânico passou a tentar adaptar sua condução para encontrar mais desempenho:

“É um peso enorme tirado da minha mente, mas também enquanto estou pilotando, em Silverstone e na maior parte da sexta e do sábado em Spa, eu ficava pensando em como precisava pilotar para fazer a unidade de potência ser rápida na reta”, explicou Russell à imprensa. “Como eu aciono o acelerador, o uso das marchas, o quão cedo eu estou no acelerador, e os dados estavam nos dizendo que provavelmente essa era a razão [pela qual eu estava sofrendo], mas no final não era a razão.”
Segundo o britânico, todo o esforço para adaptar sua pilotagem acabou sendo desperdiçado: “Então todo esse esforço ao longo de três sessões, tentando reotimizar minha pilotagem em torno de uma nova técnica, foi meio que em vão.”
O piloto da Mercedes está 59 pontos atrás de Kimi Antonelli na classificação antes do retorno da F1 no GP da Holanda. Para Russell, focar novamente no básico pode ajudar, embora isso não seja tão simples.
“Se eu focar nas coisas simples, sei que é quando tenho meu melhor desempenho, mas não estamos em um esporte simplista, então dizer ‘vamos nos concentrar apenas nas coisas simples’ é mais fácil falar do que fazer, às vezes.”, finalizou.
