F1: Refinaria de patrocinadora da Aston Martin pega fogo em conflito no Oriente Médio

A escalada do conflito no Oriente Médio segue afetando diretamente o mundo da Fórmula 1. Uma refinaria da Aramco, patrocinadora da Aston Martin, pegou fogo, mas já está controlado.

Na última semana, os Estados Unidos e Israel coordenaram um ataque contra o Irã. Desde então, a categoria já foi afetada antes do início da temporada 2026, com voos saindo de Londres para Austrália, palco da primeira corrida do ano, precisando retornar.

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Agora, um vídeo nas redes sociais, mostra a refinaria de óleo, operada pela Aramco, havia pego fogo por conta do conflito doa EUA e Irã no Oriente Médio. A empresa é a patrocinadora máster da Aston Martin e, inclusive, dá o nome da equipe, além de ser uma parceria global da F1.

Lance Stroll (CDN) Aston Martin F1 Team AMR26.
Foto: XPB Images

Arábia Saudita, entre outros, viraram alvo em retaliação após os inúmeros ataques dos países contra diversas cidades iranianas.

Nesta segunda-feira, 2, Mohammed Ben Sulayen, presidente da FIA, emitiu um comunicado onde manifestou solidariedade às vítimas do conflito e destacou a importância do diálogo e da proteção dos civis.

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