A Red Bull Racing teve um início considerado positivo no retorno da Fórmula 1 a Sepang, e Pierre Waché identificou sinais de evolução no pacote do RB22. Max Verstappen foi o mais rápido no TL1 e terminou o TL2 com o quarto melhor tempo.
O diretor técnico da equipe, destacou que as atualizações introduzidas inicialmente no GP do Azerbaijão, parecem funcionar melhor na Malásia. A análise, porém, ainda é preliminar, já que as condições da pista e os programas diferentes entre as sessões dificultaram uma comparação direta.
“Foi um dia desafiador aqui em Sepang, mas também muito interessante. Foi bastante exigente para os pilotos e para o carro por causa do calor, mas acho que tivemos um bom começo de fim de semana”, afirmou Waché.
A Red Bull começou o trabalho avaliando o pacote utilizado em Baku, com atenção especial ao comportamento do carro nas curvas de baixa velocidade. A pista estava bastante empoeirada e apresentou mudanças significativas no nível de aderência ao longo do dia, mas o engenheiro francês avaliou que o conjunto apresentou uma resposta melhor.

“No geral, parece estar funcionando melhor do que o que trouxemos no último fim de semana”, destacou Waché. No TL2, a equipe esperava chuva, mas como ela não apareceu, priorizou uma simulação de corrida com os pneus médios para reunir dados sobre comportamento e degradação.
Essa escolha impediu Verstappen de utilizar os pneus macios na segunda sessão, enquanto Isack Hadjar teve a oportunidade de fazer essa avaliação. O francês também enfrentou alguns problemas de equilíbrio, que a Red Bull pretende corrigir durante a noite.
Verstappen, por sua vez, adotou uma postura cautelosa ao avaliar o dia: “Começamos bem, mas há muita degradação e está muito quente, então há muitas coisas para analisar nos pneus”, acrescentou o piloto holandês, que também destacou a dificuldade de comparar diretamente as duas sessões por causa das temperaturas e dos diferentes compostos utilizados.
