A Fórmula 1 disputa neste final de semana o GP do Bahrein, 16ª etapa da temporada 2026. Entretanto, tem um porém: vai ser realizado no circuito de Sepang, na Malásia. Por que isso?
Não precisa ser nenhum especialista para saber que os lugares não ficam próximos no mapa. Acontece que a prova foi levada ao circuito malaio, que não recebe uma prova da categoria desde 2017, por conta da guerra do Oriente Médio entre Estados Unidos e Irá e o cancelamento de Sakhir ainda no início do ano – Arábia Saudita também não aconteceu, mas sem uma nova praça.
Portanto, Kuala Lampur está servindo como um substituto e apesar de ser na Malásia, a corrida chamará GP do Bahrein. Ela foi encaixada entre Baku, na última semana com vitória de George Russell, e Singapura, que acontece entre 9 a 11 de outubro e adicionando mais uma rodada tripla na reta final do calendário – são nove corridas em 11 semanas.

Então, apesar de tudo acontecer em Sepang, o vencedor da prova será considerado do GP do Bahrein. A Malásia realmente está servindo apenas de palco, mas é a prova de Sakhir que “acontece” neste final de semana na prática.
Segundo informações trazidas pela ESPN, os planos para o grid grid antes da largada terão bandeiras tanto do Bahrein quanto da Malásia, enquanto enquanto a banda nacional do Bahrein também está no país para o evento.
A situação no Oriente Médio ainda não se resolveu a medida que a Fórmula 1 se aproxima do final da temporada e com mais duas corridas na região – as duas últimas do campeonato: Catar e Abu Dhabi. Tudo indica que até o mês de outubro uma decisão será tomada sobre a realização ou cancelamento das provas, e rumores apontam Ímola como substituta do encerramento de 2026.
