A Mercedes terminou a quinta-feira do GP do Azerbaijão como a principal referência da Fórmula 1 em Baku, com George Russell liderando os dois treinos livres. O britânico abriu 0s4 sobre o restante do grid no TL1 e ampliou a vantagem para 0s552 no TL2.
Os dados reforçam a força do W17. Nas simulações de classificação, a Mercedes aparece à frente da McLaren por cerca de 0s25, com Red Bull a 0s31 e Ferrari a 0s42. No ritmo de corrida, porém, a diferença diminui bastante: a McLaren está apenas 0s05 atrás, enquanto Red Bull e Ferrari aparecem a 0s30 e 0s34, respectivamente.
Bradley Lord, vice-chefe da Mercedes, afirmou que Russell testou os três compostos e “pareceu competitivo com todos eles”, embora ainda exista trabalho no equilíbrio para as sequências longas. Kimi Antonelli teve uma preparação mais complicada após completar apenas oito voltas no TL1 por um possível problema hidráulico. A Mercedes trocou seu motor por precaução, mas acredita que a unidade original poderá voltar ao conjunto disponível. Mesmo assim, o líder do campeonato reagiu e terminou o TL2 em segundo.
Lando Norris não ficou satisfeito ao ver a diferença na tabela. “Um segundo e meio fora do ritmo. É bem ruim”, afirmou. “O carro não parecia tão ruim, então é como uma pequena facada no coração quando você vê o quanto está atrás.” Os números, porém, colocam a McLaren muito mais próxima nas simulações, especialmente em ritmo de corrida.
A Red Bull também permanece na disputa, com Max Verstappen terminando o TL2 em terceiro e o carro cerca de 0s3 atrás da Mercedes nas projeções de classificação e corrida. Já a Ferrari aparece como a menos competitiva entre as quatro primeiras equipes. Lewis Hamilton relatou dificuldade para colocar os pneus na janela ideal, enquanto Fred Vasseur reconheceu que tanto o britânico quanto Charles Leclerc ficaram insatisfeitos com o equilíbrio do carro.
