A McLaren pode se tornar a primeira equipe da Fórmula 1 a superar US$ 1 bilhão em receita anual. A informação foi divulgada pela Sky News, que aponta uma forte expansão financeira da organização.
As contas referentes a 2025, que devem ser apresentadas esta semana, devem registrar uma receita de cerca de US$ 779,6 milhões. O valor inclui as operações da McLaren na IndyCar, mas mais de 90% da receita teria origem nas atividades relacionadas à F1.
Os números também devem confirmar uma remuneração recorde superior a US$ 100 milhões, para o CEO da McLaren Racing, Zak Brown. O montante inclui uma premiação em ações relacionada à compra da participação restante de 30% que ainda estava nas mãos de acionistas externos, negócio realizado por Mumtalakat e CYVN Holdings.

Brown havia comentado o crescimento da Fórmula 1 após a conclusão da operação, destacando a evolução comercial da categoria: “O esporte está em alta”, afirmou, citando o aumento da demanda pelas equipes, o interesse de patrocinadores e parceiros e o impacto da estabilidade financeira proporcionada pelo teto de custos.
Na avaliação do executivo, ainda existe espaço para uma expansão significativa. Brown destacou a procura por mais corridas, o interesse comercial em torno das equipes e o equilíbrio competitivo observado na temporada anterior: “A demanda por grandes prêmios nunca foi tão forte”, disse ele, acrescentando que considera que a Fórmula 1 ainda está em uma fase inicial de seu potencial de crescimento.
