Kelly Piquet abriu detalhes sobre sua relação com Max Verstappen e destacou o apoio que recebe do tetracampeão de Fórmula 1, mesmo diante da intensa rotina de corridas. A brasileira afirmou que o equilíbrio entre vida profissional e familiar é um dos pilares da parceria do casal.
Em participação no podcast Not Alone, Kelly explicou que ambos procuram conciliar as respectivas carreiras sem deixar a família em segundo plano. Segundo ela, a agenda do piloto da Red Bull Racing, naturalmente influencia a organização da rotina, mas isso não impede que exista apoio mútuo.
A brasileira contou que, em diversos momentos, optou por abrir mão de oportunidades profissionais para priorizar a família: “Tenho muito orgulho da parceira que sou, da mãe que sou e também da pessoa que sou, porque desempenhamos diferentes papéis”, disse ela, que acrescentou que já recusou trabalhos importantes e bem remunerados para não deixar as duas filhas em casa.
Kelly explicou que essa escolha faz parte do equilíbrio que considera essencial para o relacionamento: “Há muitos trabalhos que preciso recusar, às vezes oportunidades muito legais ou muito bem pagas, mas honestamente, se você não encontra esse equilíbrio, toda a parceria acaba sendo prejudicada”, afirmou.
Ela também ressaltou que Verstappen faz o mesmo esforço para apoiá-la quando não está comprometido com a Fórmula 1. Como exemplo, revelou que, há poucas semanas, viajou aos Estados Unidos com sua filha mais velha, Penelope, enquanto o piloto permaneceu em casa cuidando de Lily, primeira filha do casal, nascida antes do GP de Miami do ano passado.

“Estou muito feliz por ter uma parceria tão boa. Eu o apoio e ele me apoia da mesma forma. Ele sempre me incentiva a sair e fazer o que preciso. Há algumas semanas eu estava nos Estados Unidos com minha filha mais velha, e Max ficou em casa com a bebê. Deu tudo certo”, acrescentou.
Kelly reconheceu que a rotina da família gira em torno dos compromissos de Verstappen, já que considera o trabalho do piloto o mais exigente. Ainda assim, disse sentir-se privilegiada por poder recusar alguns compromissos profissionais e elogiou o perfil do companheiro fora das pistas.
Segundo ela, o holandês prefere aproveitar o tempo livre ao lado da família em vez de participar constantemente de eventos sociais: “O bonito dessa parceria é que não precisamos lidar muito com ego. Max vai, faz o trabalho e volta para casa. Ele é uma pessoa muito caseira e gosta da vida em família. Acho que ele também aprendeu a se adaptar a mim e à agenda cada vez mais cheia que passei a ter”, completou.
