F1: “Horner é inocente até provarem o contrário”, afirmou Ecclestone

As acusações contra o chefe da Red Bull Racing, Christian Horner, continuam reverberando no mundo da Fórmula 1. Bernie Ecclestone, ex-proprietário da categoria e amigo próximo de Horner, saiu em defesa do britânico, lembrando da presunção de inocência até que se prove o contrário.

Ecclestone, que supostamente vem atuando como consultor de Horner durante a investigação interna da Red Bull, se pronunciou publicamente pela primeira vez sobe o assunto. O ex-chefe da F1 ressalta que, atualmente, trata-se apenas de acusações e que o chefe da equipe segue inocente até que existam provas definitivas.

“Somos amigos há muito tempo. Ele foi acusado. Enquanto o contrário não for provado, ele é inocente”, afirmou o britânico de 93 anos à agência de notícias alemã DPA. Sobre a investigação independente iniciada pela Red Bull, Ecclestone comentou: “A Red Bull, como empresa, está sob os holofotes e precisa de respostas.”

Até o momento, não há informações concretas sobre os próximos passos, o conteúdo da investigação ou as conclusões do advogado independente. A presença de Horner na apresentação do RB20 em 15 de fevereiro não estava garantida, mas foi confirmada hoje pela Red Bull. Ele já esteve presente no shakedown do carro de 2024 realizado ontem, com Max Verstappen e Sergio Perez em Silverstone.

Ecclestone negou veementemente os rumores de que teria recomendado a Horner que deixasse o cargo. “Para esclarecer as reportagens afirmando que eu incentivei ou sugeri que Christian Horner renunciasse à sua posição na Red Bull, elas são totalmente falsas”, afirmou em sua página do Instagram.

A investigação sobre as acusações contra Horner segue em andamento e a decisão sobre seu futuro na Red Bull permanece indefinida. Enquanto isso, Ecclestone defende a presunção de inocência do amigo, e nega qualquer envolvimento em uma possível saída do dirigente da equipe.