F1 hoje: Red Bull se blinda e FIA mira solução do RB22

A quarta-feira (14) foi movimentada na Fórmula 1, com a Red Bull garantindo Laurent Mekies no comando até 2031 e, ao mesmo tempo, vendo uma de suas soluções aerodinâmicas entrar na mira da FIA para 2027. O dia ainda teve Christian Horner falando sobre um possível retorno com uma 12ª equipe, além de novos desdobramentos dos problemas enfrentados em Singapura.

A permanência de Mekies representa uma aposta de longo prazo da Red Bull após a recuperação recente. O francês assumiu o comando da equipe em 2025 e recebeu um novo vínculo até 2031 depois das vitórias na Malásia e em Singapura, enquanto os dirigentes destacaram sua atuação durante o período de transição e o trabalho conjunto com Pierre Wache e Ben Hodgkinson.

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No campo técnico, a FIA prepara uma mudança para 2027 que pode atingir diretamente uma solução usada pela Red Bull nos sidepods do RB22. A equipe teria explorado uma brecha relacionada ao formato permitido próximo a um suporte do assoalho, e a entidade pretende alterar as dimensões previstas pelo regulamento, o que obrigaria a Red Bull a redesenhar essa região do carro.

Fora da equipe, Christian Horner voltou a falar sobre seu futuro na F1 e admitiu que uma eventual 12ª equipe pode representar um caminho para seu retorno. O ex-chefe da Red Bull afirmou que não tem pressa e que só voltaria pelo projeto certo, depois de também precisar esclarecer comentários recentes que alimentaram especulações sobre uma possível ida para a Ferrari.

As repercussões de Singapura também continuaram. Charles Leclerc revelou que sua Ferrari chegou a “frear sozinha” durante a corrida e alertou pelo rádio para o risco de acidente caso o problema se repetisse. Fernando Alonso, por sua vez, teve seu relato sobre o turbo colocado sob investigação pela Honda, que decidiu trocar o componente mesmo sem encontrar, inicialmente, sinais de uma falha grave nos dados.

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Na McLaren, a disputa com a Red Bull ganhou também uma dimensão financeira. A vantagem no Mundial de Construtores caiu para apenas sete pontos, e uma eventual perda de posição no campeonato pode custar cerca de US$ 10 milhões em premiações, segundo avaliação de Gary Anderson. Já Lewis Hamilton pediu mudanças no traçado de Marina Bay para aumentar as oportunidades de ultrapassagem, defendendo uma reta mais longa no circuito.