F1 hoje: Antonelli mira título e Red Bull pressiona McLaren

O sábado (17) trouxe novos capítulos importantes para a reta final da Fórmula 1, com Kimi Antonelli chegando ao GP dos Estados Unidos com chance matemática de conquistar o título e a Red Bull aumentando a pressão sobre a McLaren no Mundial de Construtores. Max Verstappen também voltou a chamar atenção ao antecipar um fim de semana fisicamente duro em Austin.

Na Mercedes, a ordem é evitar transformar a etapa americana em uma contagem regressiva pelo campeonato. Antonelli lidera o Mundial e pode garantir o título já nos Estados Unidos, mas a equipe prefere manter o foco no desempenho dos dois carros e na disputa entre os construtores. George Russell, por sua vez, afirmou que a Mercedes ainda precisa “dominar” melhor suas atualizações para terminar 2026 em alta.

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A briga entre McLaren e Red Bull também ganhou peso. Com seis corridas restantes, a diferença entre as duas equipes caiu para apenas sete pontos, colocando a atual campeã sob forte pressão na luta pelo terceiro lugar. A recuperação recente da Red Bull transformou uma disputa que parecia mais confortável em uma das batalhas mais apertadas desta reta final.

Verstappen já projeta dificuldades específicas em Austin. O holandês alertou para as ondulações do Circuito das Américas e brincou que vai precisar de “uma coluna nova” depois do fim de semana. A observação reforça a expectativa de uma prova exigente fisicamente em um momento no qual a Red Bull tenta manter a sequência de crescimento.

Liam Lawson (NZL) Red Bull Racing RB22.
Foto: XPB Images

Fora da pista, Christian Horner voltou a provocar discussão ao afirmar que Liam Lawson “nunca deveria ter sido promovido” para a Red Bull em 2025. O ex-chefe da equipe também classificou a criação da divisão própria de motores como o maior desafio de sua passagem pelo time, destacando o tamanho do projeto e a falta inicial de experiência da organização na produção de unidades de potência.

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Outro assunto relevante veio da Malásia, que avalia um retorno regular ao calendário após o sucesso da corrida realizada em Sepang em 2026. O evento gerou impacto econômico estimado em US$ 233 milhões e abriu a possibilidade de o país buscar uma vaga fixa ou até dividir uma posição no calendário com outra sede.