Isack Hadjar acredita que Max Verstappen está fazendo a diferença na Red Bull na Fórmula 1 e que os resultados recentes não podem ser atribuídos apenas à evolução do RB22. O francês chegou a afirmar que o holandês teria vencido o GP de Singapura por uma margem ainda maior caso estivesse pilotando uma Ferrari.
A Red Bull apresentou avanços importantes desde o pacote de atualizações levado ao Azerbaijão, com mudanças no assoalho, difusor e sidepods. Verstappen voltou ao topo do pódio na Malásia e repetiu a vitória em Singapura, mas Hadjar considera que o carro ainda é difícil de pilotar e não necessariamente o mais rápido do grid.
“Acho que o carro ainda é muito difícil de pilotar. Na Malásia, foi dominante, mas não acho que em Singapura tenha sido o carro mais rápido”, afirmou Hadjar. “Acho que, se você colocasse Max na Ferrari, ele teria vencido a corrida com uma margem maior. Essa é a minha opinião.”
Em Singapura, Verstappen conquistou a pole-position e venceu tanto a Sprint quanto a corrida principal, terminando o GP 7s335 à frente de Charles Leclerc. Para Hadjar, o desempenho reforçou o peso do piloto no resultado da Red Bull, especialmente em um fim de semana no qual a Ferrari também apresentou ritmo forte.

Os dois pilotos da Red Bull tiveram resultados bem diferentes nas últimas etapas. No Azerbaijão, Verstappen terminou em segundo, apenas 0s196 atrás de George Russell, enquanto Hadjar completou o pódio em terceiro. Na Malásia, Verstappen conquistou sua primeira vitória da temporada, à frente de Kimi Antonelli e Lewis Hamilton, enquanto Hadjar terminou em quinto, atrás de Leclerc.
A diferença aumentou em Singapura, quando problemas técnicos prejudicaram o fim de semana de Hadjar. Enquanto Verstappen dominou as principais sessões e venceu a corrida, o francês precisou largar dos boxes e conseguiu se recuperar até a décima posição, garantindo o último ponto disponível.
