A FIA (Federação internacional de Automobilismo) encerrou duas das investigações abertas após o classificatório do GP da Inglaterra de Fórmula 1, realizado neste sábado (4). Isack Hadjar, da Red Bull, e Esteban Ocon, da Haas,2 compareceram perante os comissários, mas ambos foram liberados sem punições.
Hadjar foi investigado por exceder o tempo máximo do delta entre as linhas do Safety Car durante a classificação. Após a análise, os comissários aceitaram que o francês ultrapassou o limite apenas para abrir espaço para outros carros. Segundo a decisão, ele manteve um ritmo adequado durante quase toda a volta e reduziu a velocidade apenas para permitir a passagem segura de pilotos mais rápidos, sem caracterizar direção desnecessariamente lenta.

Já Ocon respondeu por uma suposta infração sob bandeira amarela na curva 13. O piloto da Haas explicou que viu fumaça branca mais à frente e antecipou a possibilidade de uma bandeira amarela ou vermelha. Por isso, tirou o pé do acelerador antes do habitual e permaneceu desacelerando por mais tempo no setor. Após analisar a telemetria, os comissários concluíram que a redução de velocidade foi suficiente e decidiram não aplicar nenhuma penalidade.
As investigações envolvendo Pierre Gasly (Alpine) e Lance Stroll (Aston Martin), por um suposto impedimento na curva 15 durante o Q1, seguem em andamento. Também continua pendente o caso entre Oscar Piastri (McLaren) e Arvid Lindblad (Racing Bulls), após uma suposta liberação insegura nos boxes que teria obrigado o australiano a frear para evitar uma colisão.
