Robert Shwartzman, piloto reserva da Ferrari, terá uma importante responsabilidade durante o FP1 do Grande Prêmio da Holanda, quando substituirá Carlos Sainz. Esta decisão faz parte das regras de pilotos novatos, que determina que as equipes devem colocar no cockpit um piloto com menos de dois Grandes Prêmios completos por, no mínimo, dois finais de semana de corrida por temporada.
Nascido em Israel e atualmente competindo sob licença israelense – embora anteriormente tenha competido com licença russa – Shwartzman está ansioso pela oportunidade. “Estou muito animado para pilotar o SF-23, especialmente depois de ter colaborado no seu desenvolvimento no simulador”, comentou ele. Shwartzman acrescentou que, apesar de sua recente experiência com o SF21 – uma máquina muito diferente da atual e que utilizava pneus de 13 polegadas – a familiarização foi útil para sua preparação para o treino em Zandvoort.
Shwartzman já teve experiência no circuito de Zandvoort em 2018, durante o Campeonato Europeu de Fórmula 3. Contudo, o layout do circuito desde então sofreu modificações significativas. Ele descreveu o circuito atual como “exigente, com curvas fortemente inclinadas e diversas linhas, além de ser um grande desafio para o carro.”
O piloto reserva também destacou que será interessante comparar o desempenho do SF-23 com o do F1-75, carro que pilotou nos Grandes Prêmios dos Estados Unidos e de Abu Dhabi no ano anterior.
Vale mencionar que a escolha de colocar Shwartzman na pista foi feita pelo próprio Carlos Sainz, após Frederic Vasseur, chefe da equipe, deixar a decisão nas mãos dos pilotos.
