F1: Estratégia de uma parada domina em Baku, mas vento pode mudar tudo

A estratégia de uma parada aparece como o caminho mais provável para o GP do Azerbaijão de Fórmula 1, mas Baku oferece várias combinações possíveis de pneus. A baixa degradação favorece stints longos, enquanto o histórico de neutralizações e o vento podem alterar completamente os planos durante a corrida.

A opção considerada principal é largar com pneus Médios e trocar para Macios entre as voltas 26 e 32. Outra alternativa forte é começar com Macios e passar para Médios entre as voltas 18 e 24. Segundo Dario Marrafuschi, diretor de automobilismo da Pirelli, a escolha dependerá principalmente da forma como cada carro aquece os pneus no início dos stints, algo que se mostrou difícil durante o fim de semana.

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Os Duros também permanecem no jogo. Médio-Duro tem janela prevista entre as voltas 21 e 27, enquanto Macio-Duro antecipa a parada para o intervalo entre as voltas 16 e 22. A degradação estimada é baixa nos três compostos, com aproximadamente 0s062 por volta nos Macios, 0s039 nos Médios e 0s033 nos Duros, reforçando a tendência de apenas uma passagem pelos boxes.

No ritmo de corrida, a Mercedes aparece como referência, seguida pela McLaren a cerca de 0s24 por volta, Red Bull a 0s30 e Ferrari a 0s34. Uma parada em condições normais custa aproximadamente 19s3, mas a perda cai para cerca de 11 segundos sob Safety Car ou Virtual Safety Car, fator que pode tornar qualquer neutralização decisiva.

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E Baku tem histórico para isso. Entre 2018 e 2025, houve Safety Car em 67% das provas, VSC em 50% e bandeira vermelha em 17%. A previsão é de pista seca, mas com vento de aproximadamente 20 km/h e rajadas de até 30 km/h, condição que já provocou erros durante os treinos e pode novamente abrir espaço para incidentes, neutralizações e mudanças estratégicas.