Laurent Mekies, chefe da Red Bull Racing, rejeitou a informação de que Max Verstappen receberá US$ 80 milhões por ano em seu novo contrato na Fórmula 1. O valor foi citado por Nico Rosberg durante o final de semana do GP da Holanda, mas não foi confirmado pela equipe.
A Red Bull anunciou em Zandvoort, que Verstappen renovou seu vínculo por mais dois anos, garantindo sua permanência até o final de 2030. Embora os valores oficiais não tenham sido divulgados, o piloto de 28 anos teria recebido um aumento salarial, alimentando especulações sobre o tamanho do novo acordo.
Durante uma entrevista à Sky Sports F1, Rosberg perguntou diretamente a Mekies sobre a cifra de US$ 80 milhões: “Mas, eu também tenho que perguntar, o que ouço é US$ 80 milhões por ano. Isso é verdade? Esse número está perto? É um número grande”, questionou o ex-piloto e campeão na F1 em 2016.

Mekies, que assumiu o comando da Red Bull após a saída de Christian Horner em julho do ano passado, respondeu de forma direta: “Então, as duas afirmações não estão corretas”. O dirigente, porém, não revelou qual é o salário de Verstappen nem apresentou outro valor para o novo contrato.
Em vez de comentar os números, Mekies destacou a relação entre Verstappen e a estrutura da equipe: “É realmente uma questão da confiança que Max tem nas 2.000 pessoas que temos em Milton Keynes, do lado do chassi e da unidade de potência, e ele sabe do que nosso pessoal é capaz e escolheu depositar sua confiança em nós para o futuro”, afirmou.
O holandês, que vinha sendo cogitado para uma possível mudança para McLaren ou Mercedes, encerrou as especulações ao renovar com a Red Bull: “Meu objetivo e minha meta são terminar minha carreira nessa equipe. Estamos chegando perto disso”, declarou Verstappen, acrescentando que esse continua sendo seu objetivo apesar dos muitos anos que ainda tem pela frente.
