Kimi Antonelli está otimista para o GP da Itália da Fórmula 1, apontando que não tem nada a perder precisando largar do fundo do pelotão por conta da penalização por troca de motor.
Por conta de alguns problemas de confiabilidade no início do ano, a Mercedes optou por colocar a quinta unidade de potência no carro do italiano, que terá de começar a prova em casa do fundo do grid.
Entretanto, chegou na liderança da classificação, tem a pressão aliviada para Monza. “Obviamente, vou continuar usando a cabeça. Não é como se eu fosse chegar à primeira zona de frenagem no domingo e frear como se fosse a classificação; caso contrário, causaria um acidente. Não quero zicar a mim mesmo, mas não tenho nada a perder. O objetivo é recuperar o máximo de pontos possível usando a cabeça, mas a mentalidade será atacar ao máximo e tentar ganhar o maior número de posições que eu puder”, disse.

“Não é o ideal receber uma punição no seu Grande Prêmio em casa, especialmente uma tão grande. Mas, no fim das contas, como equipe, estamos de olho no campeonato, e esta é definitivamente uma das melhores pistas para fazer isso. Então, é melhor trocar tudo agora e, quem sabe, evitar problemas no futuro. Acho que isso vai me permitir aproveitar ainda mais, pilotar com menos pressão, e acho que isso é algo positivo”, continuou.
“Vamos trabalhar de forma um pouco diferente do habitual neste fim de semana, focando apenas no acerto para a corrida, e depois veremos. Acho que ficar entre os cinco primeiros pode estar ao nosso alcance, mas obviamente teremos que ver como a corrida se desenrola.”
Como Antonelli já sabe que terá de largar do fundo do pelotão na F1 na Itália, é esperado que ajude seu companheiro George Russell na classificação. “Pode acontecer. É uma conversa que também teremos internamente para estarmos prontos caso essa situação surja. Mas não é algo garantido. Obviamente, vou falar sobre isso com a equipe e depois veremos como as coisas acontecem. Mas realmente acho que pode acontecer”, concluiu.
