Ética de trabalho de Ricciardo é admirada na McLaren F1

Daniel Ricciardo está fazendo sua primeira temporada com a McLaren este ano, e desde as férias de verão, ele parece ter se adaptado ao carro da equipe. No início da temporada ainda havia muitas preocupações quanto à velocidade, mas a vitória em Monza mostrou que ele ainda tem força para isso. Em declarações, Tom Stallard, engenheiro de corrida de Ricciardo, falaou sobre o assunto.

Toda a garagem da McLaren estava comemorando após o Grande Prêmio da Itália. Depois que Ricciardo já havia terminado em terceiro na corrida de qualificação no sábado, ele então conseguiu cruzar a linha de chegada em primeiro lugar no GP no domingo com Lando Norris em segundo lugar. Tom Stallard era uma das pessoas pulando na garagem.

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“Fiquei muito orgulhoso porque trabalhamos muito este ano, para ser honesto, e foi bom vê-lo executando tudo o que conversamos e trabalhamos”, disse o britânico.

Na entrevista, Stallard também admitiu que houve problemas desde o início. A primeira reação do engenheiro foi implementar processos para ajudar o australiano a obter bons resultados. Esse plano ajudou porque, desde então, eles tiveram uma tendência ascendente que acabou levando ao pódio.

“Temos um carro ao qual ele teve que se adaptar e modificar sua abordagem natural para tirar o melhor proveito. Houve uma série de corridas em que, após a corrida, ele ficou frustrado e eu o tranquilizei, dizendo que na verdade, estávamos vendo progresso mas não tínhamos bons resultados ainda, mas eles estão chegando agora”, disse o engenheiro da McLaren.

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O que Stallard e a McLaren particularmente gostam, é a ética de trabalho do piloto australiano. Nem por um momento ele questionou se era culpa da equipe, ele apenas trabalhou duro para garantir que os resultados viessem.

“Daniel é fácil de se trabalhar, porque se você dá um problema para ele resolver, ele vai embora e trabalha nisso, então a ética de trabalho sempre foi boa, o que facilita a vida. Ele não afasta a responsabilidade de si mesmo, o que significa que parte do que tive de fazer foi mantê-lo, digamos, ‘para cima’, porque ele mesmo assumiu muita responsabilidade pelas coisas”, completou.

 

 

 

 

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