No GP de São Paulo, os dois rivais pelo título Lewis Hamilton e Max Verstappen quase bateram novamente. Tanto Hamilton quanto Verstappen lutaram um contra o outro durante grande parte da corrida, com Hamilton vencendo o duelo. Mas as coisas poderiam ter terminado de forma muito diferente.
Na volta 48, Hamilton pegou um vácuo indo para a curva quatro. Ele ultrapassou Verstappen na curva, mas o holandês manteve a linha interna e freou depois e acabou empurrando Hamilton. Os dois acabaram saindo da pista e isso levou a um debate sobre uma possível punição para Verstappen.
O ex-piloto de F1, Jonny Herbert, que também já foi comissário em GPs anteriores, esperava uma penalidade para Verstappen. “Colocando meu capacete de piloto, para mim, Hamilton ficou na frente e o trabalho estava feito. Em seguida Verstappen deixou para frear mais tarde e abriu a curva, empurrando Hamilton. Se eu estivesse na cabine dos comissários, aplicaria uma penalidade para isso”, disse Herbert.
Paul Di Resta também esperava que a FIA fizesse algo. Em vez disso, a FIA registrou o incidente, e em seguida, passou a dizer que nenhuma investigação era necessária. Di Resta fez críticas a isso.
“Eu esperava que a FIA tomasse uma atitude diferente. Os pilotos vão usar isso e as equipes também vão perceber isso. É a FIA que precisa policiar isso melhor”, disse o ex-piloto de F1.
“Não gosto de criticar a FIA, mas ela foi dura com a Mercedes sobre a decisão da asa traseira. Ela falhou no teste, mas a equipe insinuou que tudo estava contra eles. Não acho que seja esse o caso. Isso deve ser equilibrado e muito justo”, acrescentou.
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