Danica Patrick diz que os EUA está mais avançado do que a Europa sobre a questão de gênero

Já se passou muito tempo desde que uma mulher dirigiu na Fórmula 1. Esta temporada marca a 45ª vez consecutiva que nenhuma mulher compete em um GP. A ex-piloto da Indy e da NASCAR, Danica Patrick, acha que sabe o porquê disso.

A última mulher a liderar um Grande Prêmio foi Lella Lombardi em 1976. Desde então, não houve nenhuma mulher na F1. Patrick acha que isso ocorre porque as mulheres são menos aceitas e bem-vindas no automobilismo europeu em comparação com os Estados Unidos.

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Segundo ela, isso se deve em parte aos comentários negativos de pessoas como Bernie Ecclestone, porque eles fazem as mulheres se sentirem ainda menos bem-vindas no esporte. “Sempre achei que a Europa estava menos avançada quando olhamos para a dinâmica de gênero. Me senti muito mais bem-vinda nos EUA”.

“Senti que as pessoas estavam felizes por eu estar lá, não era assim lá (na Europa). Talvez isso faça parte do a razão pela qual você não vê as mulheres entrando e saindo na escada da Fórmula 1”, disse Patrick ao site ‘Motorsport’.

A ex-piloto não ficou especialmente feliz com o comentário que Ecclestone fez após seus bons resultados em seu ano de estreia na Indy. Ele disse a respeito dela: “As mulheres devem se vestir de branco, assim como todos os outros eletrodomésticos”.

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Segundo Patrick, afirmações como essa são extremamente desanimadoras e ele deveria dar as boas-vindas às mulheres no esporte. “Dizer coisas boas pode fazer as pessoas se sentirem bem-vindas”.

 

 

 

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