Valtteri Bottas afirmou que uma contribuição dos pilotos, ajudaria a escolher quais pistas são mais adequadas ao formato de corrida de qualificação (sprint) na Fórmula 1, que a categoria pretende aumentar para seis no próximo ano.
A F1 introduziu o formato em três etapas no ano passado e rapidamente o saudou como um sucesso. No entanto, sua própria pesquisa mostrou apenas um apoio limitado entre os fãs.
Um plano para dobrar o número de eventos sprint este ano foi frustrado pela resistência das equipes, devido à necessidade de aderir a um limite orçamentário reduzido de US$ 140 milhões nesta temporada, mas a F1 espera ter seis eventos com corridas sprint no calendário de 2023.
A segunda das três corridas sprint deste ano, na Áustria, teve pouca ação na frente do pelotão, e alguns pilotos comentaram sobre a natureza ‘burocrática’ da corrida.
Bottas acredita que a chave para o sucesso com o formato, está em escolher quais circuitos são mais adequados para corridas que duram um terço da distância do GP. Ele disse que os pilotos devem ser consultados sobre quais pistas devem realizar corridas sprint no futuro.
“Você precisa escolher as pistas com cuidado”, disse o piloto da Alfa Romeo. “Ainda vale a pena fazer uma sprint aqui, mas acho que poderia ser em lugares melhores.”
Silverstone, Monza e Interlagos tiveram as corridas desse formato no ano passado. Este último realizará outra este ano, as duas corridas sprint já feitas em 2022, foram em Ímola e no Red Bull Ring.
Bottas disse que ainda está aberto à ideia de corridas sprint, mas acredita que o Red Bull Ring pode ser uma escolha inferior a, por exemplo, Silverstone. “Então, vamos ver o que eles decidem”, acrescentou o finlandês.
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