A Aston Martin estuda construir sua própria unidade de potência, quando a Fórmula 1 fizer a próxima mudança significativa em seus regulamentos de motores.
Tanto as unidades de potência como outras peças, incluindo a caixa de câmbio da Aston Martin, são fornecidas pela Mercedes atualmente. No entanto, com a FIA planejando uma mudança no formato do motor em 2026, o diretor técnico da Aston Martin, Andrew Green, admitiu que a possibilidade de produzir suas próprias unidades de potência pode ser de interesse da equipe.
“Acho que, avançando com nossas ambições, acho que definitivamente estamos estudando a fabricação de unidades de potência a longo prazo”, disse ele. “2026 terá um novo regulamento de unidade de potência e acho que, como equipe, adoraríamos estar envolvidos.”
Foi divulgado recentemente, que a Aston Martin assinou com a empresa petroquímica Aramco, como um novo patrocinador a partir de 2022. Green indicou que essa parceria pode ajudar a equipe a desenvolver seu próprio motor.
“Temos a Aramco agora envolvida como patrocinadora e acho que as conversas nos próximos anos podem evoluir”, disse ele. “Tenho certeza de que vamos analisar isso em muitos detalhes e entender se há algum benefício em avançar nessa direção.”
Os atuais motores turbo híbridos V6 foram introduzidos em 2014. O desenvolvimento desses motores será congelado este ano, após as mudanças feitas para permitir uma mudança para o combustível E10, que é composto por 10% de etanol.
Green descreveu isso como uma alteração modesta em comparação com as mudanças drásticas nos regulamentos do chassi para a temporada de 2022.
“A unidade de potência tem mudanças mínimas realmente desde 2021”, disse ele. “É provavelmente a única área do carro que teve a menor quantidade de mudanças de 2021 para 2022. A unidade de potência foi desenvolvida para receber combustível E10 em 2022, por isso teve que ser recalibrada e os combustíveis remisturados, mas isso não é uma alteração significativa”, concluiu.
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