O CEO da Williams, Jost Capito, afirmou que sua equipe enfrenta um longo caminho de volta ao topo da F1 e não pode seguir a meta ‘ambiciosa’, de quatro a seis anos da Aston Martin.
A Williams esteve no final do grid e sem pontuar desde o início de 2019, conseguindo uma lenta recuperação apenas na atual temporada.
Capito lidera esse progresso atual, que teve George Russell chegando ao Q3 por mérito em Silverstone, além de diversas participações no Q2, e Nicholas Latifi marcando pontos, juntamente com Russell, no GP da Hungria.
O dono da Aston Martin, Lawrence Stroll, afirmou acreditar que sua equipe levará entre quatro e seis anos para lutar pelo campeonato.
Questionado pelo GPFans Global se este seria um objetivo realista para a Williams, Capito respondeu: “Quando você vê de onde vem a equipe, eu diria que é muito ambicioso.”
“Estar lá em quatro a seis anos, estamos na mesma situação que eles, e acho que isso já é ambicioso. Todas as outras equipes também estão evoluindo. Não competimos com times que estão parados. Todos nos times de ponta, eles estão dando o máximo que podem para permanecer no topo.”
“Quando você quer recuperar o atraso, tem que ser mais rápido na engenharia, caso contrário, você não o alcança, e a lacuna fica maior. Você precisa desse tempo para estabelecer todos os novos processos, infraestruturas e assim por diante”, concluiu.
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