Fernando Alonso afirmou temer que o DRS seja ineficaz no Grande Prêmio da Holanda, depois que foi decidido não permitir sua ativação na última curva, pelo menos nos dois primeiros treinos livres.
O GP volta ao calendário pela primeira vez desde 1985, com a pista modificada significativamente desde a última vez em que foi usada na F1.
Alonso acredita que a FIA optou por não ativar o DRS antes das curvas inclinadas, devido aos perigos que isso pode representar. “Acho que a ultrapassagem vai ser difícil, muito difícil”, disse Alonso.
“Você precisa de uma grande vantagem nos pneus, eu acho, para chegar muito perto na última curva ou nas últimas duas ou três curvas. Acho que a inclinação está lá para permitir que os carros usassem o DRS, mas foi decidido colocar o DRS depois da inclinação e isso provavelmente é um espaço muito curto em termos de distância até a primeira curva”, disse ele.
A reta de chegada em Zandvoort mede pouco menos de 700 metros, apenas 140m maior do que em Spa Francorchamps, enquanto a entrada estreita do circuito holandês na curva 1 também dificultará as ultrapassagens.
“Para abrir o DRS antes da curva inclinada ter a possibilidade de ir ‘flat out’, talvez a última análise tenha dito que era perigoso e eles não permitiram”, acrescentou Alonso.
“Acho que vai ser interessante ver os carros correndo nesse tipo de curva. Obviamente, os carros de Fórmula 1 não são feitos para essa inclinação nas curvas em termos de toque no chão ou asa dianteira ou qualquer outra coisa. Há coisas que vamos aprender pela primeira vez, então vamos ver”, concluiu.
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