O francês Jean Todt, presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), admite que as possibilidades de se organizar um grande prêmio de Fórmula 1 na África nos próximos anos são quase nulas.
Numa deslocação ao Quênia, com o francês sendo convidado pela federação de automobilismo local para negociar um eventual retorno do Rali Safari ao WRC, Todt explicou que é pouco provável que a F1 retorne àquele continente nos próximos cinco anos, mesmo se Bernie Ecclestone, detentor dos direitos comerciais da F1, tenha afirmado em julho que a África do Sul seria uma possibilidade para um GP nos próximos três anos.
“Neste momento são apenas alguns rumores acerca de algum interesse de países africanos em organizar uma corrida de Fórmula 1, mas não vejo qualquer oportunidade nos próximos três a cinco anos”, disse Todt. O presidente da FIA revelou-se mais confiante, no entanto, quanto à possibilidade do Rali do Quênia retornar ao calendário de ralis.
“A África é um local fantástico para organizar competições de estrada. Tanto poderia ser do Mundial de Ralis (WRC) como de Cross Country. Estamos negociando com os promotores acerca da hipótese de ter ralis de longa distância e estamos analisando as diferentes oportunidades para ter as melhores soluções de África, Europa, Ásia e do resto do mundo”, acrescentou.