Construtores querem manter os motores V8 após 2012

Os construtores de motores de Fórmula 1 estariam estudando um pedido de adiamento na introdução dos novos motores 1.6 turbo com quatro cilindros, previstos para entrarem em vigor a partir de 2013.

Ainda que concordem com a necessidade de tornar os propulsores mais ecológicos, Ferrari, Mercedes, Renault e Cosworth entendem que o desenvolvimento de motores com nova arquitetura irá obrigar o gasto de 100 milhões de euros, o que vai contra a intenção da entidade de reduzir os custos.

Assim, estão tentando convencer a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) de que a base para este trabalho ecológico seja a dos atuais V8, acreditando que os objetivos da FIA são alcançáveis com os propulsores atuais graças ao uso do sistema de recuperação de energia cinética (KERS) ou à gestão do fluxo de combustível.

De acordo com a revista ‘Auto Motor und Sport’, os principais fabricantes de motores teriam se encontrado após o GP de Cingapura para discutir a questão, entendendo que o melhor é trabalhar a base dos V8 atuais e adiar a nova fórmula de propulsores. Do lado contrário está Jean Todt, presidente da FIA, e defensor dos novos motores e da sua entrada em vigor já daqui a dois anos.



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