Racing Point e Mercedes do mesmo lado sobre Pacto de Concórdia

O chefe da equipe Mercedes, Toto Wolff, já indicou que não deve assinar o Pacto de Concórdia até o prazo definido de 12 de agosto. A Racing Point também parece não estar disposta a assinar no momento. Enquanto isso, Christian Horner achava que todos concordariam.

Wolff fala principalmente sobre a distribuição do dinheiro. O teto orçamentário é um espinho em seu lado e o austríaco acha que a equipe Mercedes deve ser recompensada por seu desempenho excepcional e pelo grande outdoor que representa para o esporte.

O chefe da equipe Racing Point, Otmar Szafnauer, também não está muito interessado na proposta atual. Em conversa com Autosport.com, ele disse: “A maior parte do Pacto de Concórdia está bem para nós. Mas ainda há alguns ajustes a serem feitos.”

Szafnauer analisa em porcentagens: “Em outras palavras, ainda há trabalho a ser feito antes de chegarmos a um acordo. Não é cem por cento, mas oitenta por cento. Se tivéssemos que assinar hoje, teríamos exigido mais cinco a dez por cento.”

Os requisitos da Racing Point estão focados principalmente no gerenciamento da F1 e em como a Liberty Media faz isso. Uma pequena parte de suas demandas concentra-se em questões financeiras. Szafnauer é breve sobre os planos financeiros da F1: “Estamos chegando perto, mas eles podem fazer melhor”, concluiu.

 

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