A Pirelli, fornecedora de pneus da Fórmula 1, aponta para uma estratégia de uma única parada como a opção mais viável para os pilotos no Grande Prêmio do México. Prevê-se que os competidores iniciem a corrida com os compostos Médio ou Duro, deixando o mais rápido e volátil composto Macio para a fase final da prova.
Para aqueles que largarem com os Médios, a janela de pit stop ideal se estende do 27º ao 34º giro, seguido pela troca para os Duros até o final da corrida. Em contrapartida, quem optar pelos Duros na largada poderá estender seu primeiro stint até, no máximo, a 56ª volta, antes de mudar para os Macios.
Esta estratégia de resistência pode ser particularmente atraente para Lando Norris, que surpreendentemente saiu na Q1 e começará da 18ª posição. Uma parada tardia pode beneficiar de uma possível intervenção do Safety Car, oferecendo uma vantagem tática.
Contudo, iniciar com os Médios pode ser mais vantajoso para manter um ritmo forte nas primeiras voltas, sendo que todas as equipes, com exceção da Aston Martin, têm um jogo novo de Médios e Duros disponível para o início da corrida.
Max Verstappen, que larga em terceiro, tem dois jogos novos de Duros à sua disposição, enquanto seu companheiro de equipe, Sergio Pérez, conta com dois jogos de Médios novos.
Os pilotos também têm a opção de realizar duas paradas, trocando os Médios por Duros por volta da 20ª volta e voltando para os Médios mais para o final da corrida. A seleção de pneus e as decisões estratégicas prometem ter um papel crucial na dinâmica da corrida, adicionando uma camada de complexidade e possíveis reviravoltas no GP do México.


