Como é hábito em corridas de rua, já se esperava que a sétima etapa do Campeonato Europeu de Fórmula Renault, realizada neste sábado no circuito urbano de Bilbao, fosse intercalada pelas entradas do Safety Car – o que não se esperava é que sua permanência fosse tão longa que, na meia hora a ela reservadas, os pilotos só percorressem oito voltas, das quais apenas três em condições normais. Oitavo colocado no grid, o carioca Patrick Rocha estava em nono quando a bandeira quadriculada foi agitada, e encerrou sua participação com a sensação de não ter disputado uma prova automobilística.
“Hoje foi demais”, queixou-se Patrick, que teve como único consolo o fato de seu carro ter terminado a competição sem problemas mecânicos ou eletrônicos, o que já não ocorria desde a segunda etapa do campeonato. “Por isso que fico ainda mais descontente. Hoje eu deveria ter chegado pelo menos entre os cinco primeiros, mas simplesmente não houve corrida. Fiz as duas primeiras voltas com muita prudência para evitar acidentes, mas senti que meu carro melhorou um pouco depois que optei por uma relação de marchas mais curta. Aí, um piloto lá de trás bateu forte no fim da segunda volta e ficamos um tempão esperando que limpassem o circuito. Na relargada, deixei o Atte Mustonnen passar sem muita luta porque ele forçou demais e eu podia passá-lo no mesmo ponto na volta seguinte, só que não houve volta seguinte. Na primeira vez que cruzamos a linha de chegada, deram a bandeirada”.
Décimo-quinto no grid da oitava etapa, Patrick sabe que vai precisar ser ainda mais prudente neste domingo. “O problema é escapar das batidas nas voltas iniciais. O pessoal do meio do pelotão tenta ganhar a corrida na primeira curva e, muitas vezes, não dá para evitar, a batida vem por trás e sua corrida já era”, inquieta-se o piloto do Rio de Janeiro. “Mas se passar inteiro por esta fase, tenho tudo para marcar pontos de novo e continuar a progredir no campeonato”.
O resultado da sétima etapa foi o seguinte:
1. Michael Ammermuller, Alemanha, equipe Jenzer, oito voltas em 25min09s567
2. Yann Clairay, França, equipe SG, a 0s859
3. Bertrand Baguette, França, equipe Epsilon, a 1s863
4. Adrian Zaugg, África do Sul, equipe Jenzer, a 2s254
5. Filipe Albuquerque, Portugal, equipe Motopark, a 3s080
6. Kamui Kobayashi, Japão, equipe Prema, a 3s385
7. Carlo van Dam, Holanda, equipe SG, a 4s961
8. Atte Mustonen, Finlândia, equipe Koiranen Bros, a 5s736
9. Patrick Rocha, Brasil, equipe Prema, a 6s077
10. Alan Hellmeister, Brasil, equipe JD, a 6s445.
Décimo-quinto no grid da oitava etapa, Patrick sabe que vai precisar ser ainda mais prudente neste domingo. “O problema é escapar das batidas nas voltas iniciais. O pessoal do meio do pelotão tenta ganhar a corrida na primeira curva e, muitas vezes, não dá para evitar, a batida vem por trás e sua corrida já era”, inquieta-se o piloto do Rio de Janeiro. “Mas se passar inteiro por esta fase, tenho tudo para marcar pontos de novo e continuar a progredir no campeonato”.
O resultado da sétima etapa foi o seguinte:
1. Michael Ammermuller, Alemanha, equipe Jenzer, oito voltas em 25min09s567
2. Yann Clairay, França, equipe SG, a 0s859
3. Bertrand Baguette, França, equipe Epsilon, a 1s863
4. Adrian Zaugg, África do Sul, equipe Jenzer, a 2s254
5. Filipe Albuquerque, Portugal, equipe Motopark, a 3s080
6. Kamui Kobayashi, Japão, equipe Prema, a 3s385
7. Carlo van Dam, Holanda, equipe SG, a 4s961
8. Atte Mustonen, Finlândia, equipe Koiranen Bros, a 5s736
9. Patrick Rocha, Brasil, equipe Prema, a 6s077
10. Alan Hellmeister, Brasil, equipe JD, a 6s445.